sábado, 24 de novembro de 2012

A TRINDADE DIVINA


     O conhecimento genuíno de Deus á a chave para posse da vida eterna, conforme afirmou o Senhor Jesus (ver: João cap.17 vers.3). Embora seja difícil do ponto de vista racional, entender esse mistério, é absolutamente verdadeiro que Deus aparece nas Escrituras como um Deus trino. A palavra "TRINDADE" propriamente dita não ocorre no texto canônico, mas a doutrina está abundantemente espalhada através de ilustrações, declarações, referências e inferências, sendo elementos suficientes para nos convencer de sua realidade.

Noções Gerais:

AS DIFICULDADES DA DOUTRINA: Muitas pessoas encontram dificuldades quando começam a estudar a doutrina da trindade por duas razões:

A PRIMEIRA é que esta palavra não ocorre no texto bíblico.

A SEGUNDA é que o Antigo Testamento ensina com muita veemência a doutrina da "UNICIDADE" de Deus. Não devemos nos pertubar com isso, pois existem muitas outras palavras que não ocorrem na Bíblia e tratam de temas, doutrinas e práticas absolutamente pertinentes à vida cristã, por exemplo: Escola Dominical, Missões, etc.

       Essencialmente, DEUS é Uno. Todavia, está patente na Bíblia que Deus sibsiste eternamente em três pessoas distintas. O Pai, O Filho e o Espírito Santo. A revelação bíblica nos aponta três pessoas igualmente divinas (ver: Mateus cap. 28 vers. 19 / COMENTÁRIO da Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal: As palavras de Jesus afirmam a realidade da trindade. Algumas pessoas acusam os teólogos de terem inventado o conceito da TRINDADE e forçado a sua interpretação a parti das Escrituras. Mas, como podemos ver aqui, o própio Senhor Jesus Cristo não disse para batizar "nos nomes", mas em nome do Pai, do Filho e Espírito Santo. A palavra "TRINDADE" não aparece nas Escrituras, mas descreve muito bem a natureza tríplice de Deus que, sendo um, subsiste na pessoa do Pai, do Filho e do Espírito Santo). Não se trata absolutamente de três deuses, mas de três pessoas divinas que possuem a mesma essência e eterna divindade. Trindade é o modo triúno que Deus é. "A Bíblia revela três pessoas, cada uma divina, cda uma distinta, em seu ofício, das outras. Além disso, são perfeitamente uma unidade em caráter e harmonia, e juntas constituem uma divindade, sem nunca serem três deuses".
 
      O ENSINO BÍBLICO: O Pai, o Filho e o Espíriito Santo são três pessoas absolutamente distintas (ver: João cap. 16 vers. 7 ao 10 e vers. 13 ao 15 do mesmo cap.). O texto aqui descrito nos dá a certeza da distinção das três pessoas. Jesus é quem narra estas expressões, chamando o Espírito Santo de Ajudador/Consolador  (ver: vers. 7), e no versículo 15, Ele fala na pessoa do Pai. Vemos com isso, que cada um possui sua própia personalidade. A divindade pertence a cada uma das três Pessoas e a todas três. Logo, o Pai é DEUS, o Filho é DEUS e o Espírito Santo é DEUS. Deus são as três pessoas juntas, unidas. Não se pode conceber a idéia de Deus sem incluir as três pessoas. Os três são Deus e Deus são os três.
 
ATRINDADE DIVINA NO ANTIGO TESTAMENTO


 
      Existem muitas afirmações divinas que reclamam a existência e a presença de mais de uma pessoa. Na criação do homem por exemplo, Deus usa a espressão "façamos o homen Nossa imagem" (ver: Gênesis cap. 1 vers. 26). É claro que Deus não se aconselhou com os anjos quando decidiu criar o homem, conforme alguns entendem de (Isaías cap. 40 vers. 14). Em (Gênesis cap. 11 vers. 7), Deus diz: "Eia, desçamos e confundamos ali a sua língua..." Em (Isaías cap. 6 vers. 8), o Senhor pergunta: "A quem enviarei e quem há de ir por nós?" O primeiro versículo da Bíblia oferece um forte argumento à doutrina da Trindade. A palavra "Deus" é a tradução da palavra hebráica Elohim e a palavra "criou" é a tradução da forma verbal "barah". Pois bem: Esta forma verbal exige um sujeito no singular(criou), mas a palavra Elohim é um nome própio da forma plural. Existem algumas afirmações diretas que incluem a existência de três pessoas. Exemplos: (Isaías cap. 48 vers. 16) "O Senhor Jeová me enviou o seu Espírito". São dignas de consideração e estudo, algumas passagens do Antigo Testamento, tais como a bênção tríplice de (Números cap.6 vers. 24 a 26) e a doxologia de (Isaías cap. 6 vers. 3).
 
A TRINDADE NO NOVO TESTAMENTO
 
Nos Evangelhos: É possível estudar a doutrina da Trindade em todos os Evangelhoes. Por ocasião do batismo de Jesus (ver: Mateus cap. 3 vers. 16 e 17), o Pai faz uma proclamação desde os céus; o Filho sai das águas batismais e simultaneamente o Epírito Santo aparece e é visto em forma corpórea de pomba descendo sobre Jesus. Observamos a Trindade na fórmula batismal prescrita pelo Senhor em (Mateus cap. 28 vers. 19). Várias vezes Jesus menciona o Pai e o Consolador e o Espírito da Verdade em seu sermão no Evangelho segundo João, nos capítulos 14 a 16. Jesus fala do Pai e do Epírito Santo como pessoas a Ele ligadas através da divindade, mas perfeitamente distintas em personalidade. Ex.: João cap. 14 vers. 16; cap. 16 vers. 7 ao 10, etc.
 
Em Atos dos Apóstolos: Naturalmente, o convívio com Jesus e a aprendizagem de seus ensinos levaram seus discípulos a uma plena compreensão da Trindade. Em (Atos cap. 1 vers. 1 e 8) o Senhor Jesus se refere de maneira cristalina às três Pessoas. Em (Atos cap. 2 vers. 32 e 33) as três Pessoas são mencionadas com distinção.
 
Nas Epístolas: O apóstulo Paulo nos deixou um material abundante, que diz respeito a Trindade. Foi ele que nos apresentou a benção apostólica em (II Corintios cap. 13 vers.13). O apóstolo Pedro distingue magistralmente as três Pessoas bem como suas eternas atividades na obra da Redenção (I Pedro cap. 1 vers. 2).
 
No Apocalipse: Várias referências e inferências são encontradas no último livro da Bíblia, dentre às quais, destacamos os capítulos (cap. 1 vers. 4 e 5 / cap. 4 vers. 8). Concluímos, portanto, que Deus é Triuno: TRI em personalidade e manifestação; e UNO em divindade, pois só existe um Único e Verdadeiro Deus (Deuteronômio cap.6 vers.4 / I João cap.5 vers. 20).

domingo, 18 de março de 2012

OS PRAZERES DA VIDA

    Conforme estimativas da Central Alemã de Combate às Dependências, existem 9,3 milhões de dependentes do álcool na Alemanha. Outras cinco a seis milhões de pessoas sofrem com o vício de algum membro de sua família. Os custos das terapias para alcoólatras chegam a 1,7 bilhões de marcos por ano (Idea Spektrum 5/2000).
    A Bíblia fala de Noé, que plantou a primeira vinha: "Bebendo do vinho, embriagou-se e se pôs nu dentro de sua tenda" (Gn 9.21). Uma das duas filhas de Ló, que haviam sido salvas de Sodoma e Gomorra juntamente com seu pai, sugeriu à irmã: "Vem, façamo-lo beber vinho, deitemo-nos com ele e conservemos a descendência de nosso pai" (Gn 19.32). Provavelmente o consumo excessivo de álcool também foi o que levou os filhos de Arão a oferecer fogo estranho ao Senhor, o que causou sua morte. A Bíblia diz sobre esse acontecimento: "Nadabe e Abiú, filhos de Arão, tomaram cada um o seu incensário, e puseram neles fogo, e sobre este, incenso, e trouxeram fogo estranho perante a face do Senhor, o que lhes não ordenara. Então, saiu fogo de diante do Senhor e os consumiu; e morreram perante o Senhor... Falou também o Senhor a Arão, dizendo: Vinho ou bebida forte tu e teus filhos não bebereis quando entrardes na tenda da congregação, para que não morrais; estatuto perpétuo será isso entre as vossas gerações" (Lv 10.1-2,8-9). O primeiro marido de Abigail era um terrível déspota e beberrão. Lemos o que aconteceu com ele pouco antes de sua morte: "Voltou Abigail a Nabal. Eis que ele fazia em sua casa um banquete, como banquete de rei; o seu coração estava alegre, e ele, já mui embriagado, pelo que não lhe referiu ela coisa alguma, nem pouco nem muito, até ao amanhecer" (1 Sm 25.36).
    Oséias 7.5 fala da sedução do álcool: "No dia da festa do nosso rei, os príncipes se tornaram doentes com o excitamento do vinho, e ele deu a mão aos escarnecedores". Coisa semelhante deve ter acontecido com o rei Herodes no dia de seu aniversário. Ele deixou-se seduzir: "Ora, tendo chegado o dia natalício de Herodes, dançou a filha de Herodias diante de todos e agradou a Herodes" (Mt 14.6). Isso levou ao assassinato de João Batista (vv. 7-11).
    Oséias 4.11 alerta: "A sensualidade, o vinho e o mosto tiram o entendimento". A Bíblia também diz: "Mais alegria me puseste no coração do que a alegria deles, quando lhes há fartura de cereal e de vinho" (Sl 4.7). Na Edição Corrigida e Revisada lemos: "Puseste alegria no meu coração, mais do que no tempo em que se lhes multiplicaram o trigo e o vinho". E em Lucas 21.34 o Senhor alerta em relação aos tempos do fim: "Acautelai-vos por vós mesmos, para que nunca vos suceda que o vosso coração fique sobrecarregado com as conseqüências da orgia, da embriaguez e das preocupações deste mundo, e para que aquele dia não venha sobre vós repentinamente, como um laço."
    Conforme o especialista Dr. Jörg Splett, o vício é uma característica tipicamente humana: há um "desejo de desejar" na busca dos prazeres. As pessoas têm consciência de seus limites, mas não os respeitam. Ao invés disso, vivem dominadas pelo medo de não aproveitar tudo o que a vida pode oferecer. Splett vê na fé cristã uma resposta a esse anseio: "Só podemos aceitar nossa finitude quando estamos certos da existência de um Criador, que planejou a finitude mas cujo amor é sem limites".
     Esse amor sem limites foi comprovado por Deus ao enviar Seu Filho a este mundo: "Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna" (Jo 3.16). Essa vida dada por Jesus satisfaz plenamente todos os anseios, pois Ele disse: "...eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância" (Jo 10.10). Ele também promete a libertação de quaisquer jugos: "Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres" (Jo 8.36)

SOMENTE JESUS DÁ VIDA ETERNA


     Todo homem tem em si um profundo anseio por vida eterna. Em todos os lugares vemos essa busca. A Ciência e a Medicina procuram por caminhos que permitam estender a vida. Muitas pessoas cercam-se de idéias utópicas ou vivem em um mundo imaginário de filmes, livros e sonhos. Todos têm medo da morte. Quando se pensa nela, surge a temerosa pergunta: "O que virá depois?" O homem quer viver, viver eternamente, ele tem medo de morrer. Constantemente ele também se vê diante da importante pergunta: "Afinal, para que eu vivo?"
    Deus criou o homem para a vida eterna. Mas ele a desprezou e jogou fora. O homem preferiu o pecado que lhe trouxe a morte. Isso fez vir a morte sobre toda criatura e a miséria humana começou. Desde então o homem está procurando reencontrar a vida eterna. Ele procurou muito e criou inúmeras coisas para obter vida para si; é o que mostram as muitas religiões. Mas, ele não tem vida, ele nunca tem segurança.
   Certa vez, um artista construiu uma máquina gigantesca. Ao funcionar, ela fazia muito barulho e movimentava muitas engrenagens. Mas ela tinha uma desvantagem: não produzia nada. O artista pretendia dizer algo com isso. Ele tinha feito uma representação da nossa época e da humanidade. Há muita movimentação, até demais! Em todos os cantos há barulho, atividade e burburinho – mas, sem objetivo, sem sentido, sem razão e sem frutos permanentes.
    Deus, porém, fez tudo para dar-nos novamente a vida, a vida verdadeira e eterna. A este mundo dominado pela morte Ele enviou Seu único Filho, que é a própria Vida e de quem está escrito: "Também sabemos que o Filho de Deus é vindo, e nos tem dado entendimento para reconhecermos o verdadeiro; e estamos no verdadeiro, em seu Filho Jesus Cristo. Este é o verdadeiro Deus e a vida eterna" (1 João 5.20). Somente nEle nossa vida passa a ter sentido. Somente nEle temos o que é verdadeiro, aquilo que nossa alma anseia. E somente através dEle recebemos a vida que vai além dos poucos anos aqui na terra: a vida eterna!
    Jesus diz: "Eu lhes dou a vida eterna; jamais perecerão, eternamente, e ninguém as arrebatará da minha mão" (João 10.28). Ou em João 11.25-26: "Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá; e todo o que vive e crê em mim, não morrerá, eternamente. Crês isto?"
    Portanto, o que interessa é que creiamos. Não importa, em primeiro lugar, entender, compreender logicamente, conseguir definir ou explicar o propósito de Deus. Não, Jesus simplesmente faz a pergunta: "Crês isto?" Todo o resto vem depois.
    Uma pessoa contou certa vez: "Ao passar por um cemitério quando jovem, meu olhar pousou sobre uma das lápides. O nome estava quase apagado. Mas a inscrição dos anos ainda era bem legível: 1889-1931. E então percebi repentinamente: o tracinho entre os números significava toda uma vida humana. Somente um traço! Nossa vida não é mais do que isso! Um traço entre dois números – tão pouco! Então entendi a responsabilidade que temos – a enorme responsabilidade de fazer algo significativo desse simples traço... Aí entreguei minha vida a Jesus, o Salvador, e decidi colocar essa pobre e pequena vida a Seu serviço..."
O que você fará do "traço" da sua vida? Jesus pergunta também a você: "Crês isto?"

DESCULPAS

Olá Pessoal, venho através desta postagem, pedir minhas humildes desculpas. Pois, nestes ultimos dias não vinha atualizando o blog, durante este tempinho que passei distante estava e ainda estou muito ocupado, pois, Deus tem me abençoado de uma grande maneira, estarei casando no mês de maio e grande é a correria para organizar todas as coisas, rsrsrsrs, e também estou trabalhando na área que sempre busquei(Segurança do Trabalho) por esses e outros motivos o tempo esta muito corrido. Ser FIEL ao nosso DEUS e Ele lhe abençoará grandemente. Grato pela copreenção de todos os visitantes, que Deus os abençoe sempre e sempre!